O presidente da Câmara de Comércio, Marcos Rodrigues, considera que a proposta é positiva e adequada à realidade do país.
“É uma proposta ajustada à realidade do país, tendo em conta as circunstâncias em que vivemos. O Orçamento é um reajuste das várias promessas eleitorais e a tendência é positiva. Há muitos compromissos assumidos pelo Governo anterior que têm de ser implementados agora. Compreendemos que nem tudo pode ser resolvido apenas neste Orçamento do Estado”, considera.
Marcos Rodrigues destaca a retirada da taxa extraordinária sobre as viaturas, uma medida que, segundo o responsável, vinha sendo reivindicada pelos empregadores.
Por sua vez, o presidente da CCSL, José Manuel Vaz, reconhece o consenso em várias matérias, mas defende avanços na implementação dos PCFR e na regularização dos vínculos na Administração Pública.
“Há muitos aspectos em que estamos alinhados, quer com o Governo, quer com os empregadores que aqui estão presentes. Em matéria de política de rendimentos e preços, há um consenso relativamente ao aumento faseado do salário mínimo. Até 2030, vamos ter um salário mínimo de 30 mil escudos, de forma faseada. E, também em relação à política de rendimentos e preços, temos ainda a questão dos PCFR, que vão ser implementados já a partir de 2027”, reconhece.
Segundo o sindicalista, existe também consenso quanto ao aumento faseado do salário mínimo nacional, com a meta de atingir os 30 mil escudos até 2030.
Já o vice-secretário-geral da UNTC-CS, Fernando Baldé, afirma que há acordo em várias questões, mas sublinha que os compromissos assumidos devem ser efectivamente concretizados.
“Nós, em linhas gerais, apoiamos todas as directrizes que foram apresentadas, mas esperamos que, de facto, sejam implementados os PCFR, que foram aprovados, mas ainda não foram implementados. Houve, de facto, um aumento da massa salarial, de 32% para 36%, e esperamos também que este aumento possa reflectir-se na reposição do poder de compra dos trabalhadores”, afirma.
Entre as principais questões levantadas na reunião estão o aumento do salário mínimo, a implementação dos PCFR e a regularização dos vínculos na Administração Pública.
homepage







