Segundo uma nota da Harmonia, “A Filha d’Lua” e um álbum essencialmente de música tradicional como morna, coladeira, mazurca, funaná lento, e com um certo toque de modernidade, também como uma chamada de atenção para a nova geração.
“Os temas que compõem este álbum foram bem pensados e escolhidos com coração. Possui temas inéditos e também outros que já foram gravados. Temas antigos que merecem ser ouvidos por várias gerações”, indica.
Na mesma nota, Mindela Soares salienta que o nome do álbum representa toda a sua vivência, desde a infância e do fascínio que tinha pela música e as noites cabo-verdianas, que influenciaram todo o seu viver e a sua escolha musical.
“A Filha d’Lua traz ainda a mensagem de uma mulher comum do dia-a-dia, que assim como a lua, tem as suas imperfeições quando vista de perto, mas que durante a noite transforma-se na artista que sou e com uma história para contar. Retrata ainda um legado e tradição da luta da mulher cabo-verdiana”, explica.
A mesma fonte indica que “Lua Dja Paga” tema que acompanha este lançamento é de autoria de Eurico Jorge, “uma estreia tanto para a artista como para o compositor”.
O álbum conta com 14 faixas, temas de artistas consagrados da música cabo-verdiana como Luís Morais, B.Leza, Vasco Martins, Manuel D’Novas, Paulino Vieira, Dionísio Maio, Zezé de Nha Reinalda, Eurico Jorge, Jota C, Manuel d’Candinho, Vlu e Nando da Cruz e com produção de Bau e Hernani Almeida.
Mindela Soares já tem dez anos como intérprete da música tradicional, e é frequentemente convidada a participar nos mais importantes espectáculos realizados em Cabo Verde, com destaque para sua participação no Kriol Jazz Festival 2024 ao lado de Salif Keita e ainda no Atlantic Music Expo 2026.
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