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        <title><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></title>
        <description><![CDATA[Notícias de Cabo Verde]]></description>
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        <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 16:59:09 GMT</pubDate>
        <copyright><![CDATA[Expresso das Ilhas on-line. Todos os direitos reservados.]]></copyright>
        <language><![CDATA[pt-pt]]></language>
        <item>
            <title><![CDATA[Governo reforça requalificação urbana e prepara revisão das leis do ordenamento do território]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo o governante, o PROURB vai apoiar os municípios na requalificação dos bairros, na melhoria dos espaços públicos e no reforço das acessibilidades.</p><p>"Queremos dar um novo impulso à requalificação urbana, através do PROURB, um programa estruturante que vai apoiar os municípios na qualificação dos bairros, na valorização dos espaços públicos, na melhoria das acessibilidades e na criação de espaços urbanos mais funcionais, seguros e inclusivos. O objectivo é que este esforço se traduza em melhorias concretas, reconhecidas pela comunidade e pelas populações no seu dia-a-dia. Mas transformar as cidades exige mais do que financiamento e obras: exige também instrumentos legais modernos, plenamente eficazes, e capacidade de execução", anunciou.</p><p>Carlos Tavares avançou que o Governo está a concluir o Código de Edificação e Urbanização Sustentável e a preparar a revisão de vários instrumentos legais, nomeadamente as leis do Ordenamento do Território, do Estatuto das Cidades e dos Planos Directores Municipais.</p><p>O ministro defende um planeamento urbano mais equilibrado, capaz de reduzir as desigualdades entre as cidades e as zonas rurais.</p><p>"Mas, para resolver os problemas das cidades, temos também de olhar para além dos seus limites. A falta de oportunidades nas zonas rurais aumenta a pressão sobre os centros urbanos. Por outro lado, o nosso sistema urbano nacional apresenta fortes desequilíbrios entre cidades, exigindo medidas que reforcem a competitividade e a capacidade de atracção de investimentos dos diferentes centros urbanos. Precisamos, assim, de combater os desequilíbrios regionais e reforçar a coesão territorial, criando melhores oportunidades de vida em todo o território nacional", defendeu.</p><p>O governante destaca, por outro lado, a importância de reforçar a prevenção de riscos, melhorar a gestão das águas pluviais e proteger as zonas mais vulneráveis.</p><p>"Num país como Cabo Verde, a drenagem, a gestão das águas pluviais, a protecção das áreas vulneráveis e a adaptação às alterações climáticas não podem ser preocupações secundárias. Uma ocupação inadequada do solo pode aumentar a exposição de uma comunidade ao risco. Uma decisão urbanística sem informação suficiente pode criar problemas que várias gerações terão de suportar. Temos de passar de uma cultura de resposta aos danos para uma cultura de prevenção e antecipação. Isso exige melhor planeamento, melhor informação, capacidade técnica e vontade política para respeitar as decisões tomadas e fazer cumprir as regras", destacou.</p><p>Carlos Tavares considera que o envolvimento dos municípios e a participação activa dos cidadãos são fundamentais para assegurar um desenvolvimento urbano mais inclusivo, equilibrado e sustentável.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[País]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Selton Monteiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 16:59:09 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Fernando Pinto pede “tratamento diferenciado” para a Cidade da Praia enquanto capital do país ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>“Portanto, isto significa que há que encontrar alguma forma para que a capital seja vista, de facto, como capital e seja tratada como capital. No meu ponto de vista, não sei se devia ser tratada de forma especial, mas, pelos custos da sua capitalidade, a Praia, enquanto capital, deve ser assumida como parte activa da solução nacional, não vista apenas como município, mas colaborar, ser activa como parte da solução nacional”, considera.</p><p>Fernando Pinto defende que todos os municípios devem desenvolver-se, de forma a evitar a concentração de pessoas e serviços na cidade da Praia.</p><p>“A necessidade de se investir noutros municípios para que, por exemplo, no caso concreto da Praia, não continue a receber uma grande avalanche do êxodo rural e que não seja só a Praia a receber um grande fluxo migratório que vem da costa de África, e que não seja só a Praia a receber os grandes cruzeiros, e que não seja só a Praia também a albergar quer a Presidência da República, quer todo o Governo, quer as grandes empresas, para não falar das universidades e de todas as embaixadas. Portanto, isto significa que há que se investir de forma equilibrada em todo o país”, defende.</p><p>O autarca aponta a conectividade entre as ilhas como uma das prioridades.</p><p>“Cabo Verde, sendo ilhas, tem que se investir a sério e o quanto antes na conectividade. Se não houver boa comunicação em termos de transporte, em termos de conectividade, para que o cabo-verdiano que toma um pequeno-almoço na Praia possa ir trabalhar no Maio e voltar à tarde com segurança, isso é importante. Portanto, em Cabo Verde, investir bem na conectividade, muitos aspectos das cidades também serão resolvidos, porque haverá aqui um desenvolvimento mais equilibrado, mais equitativo”, aponta.</p><p>Fernando Pinto considera fundamental reforçar a colaboração com o Instituto Nacional de Gestão do Território e outras instituições, para garantir um instrumento de ordenamento ajustado às necessidades da cidade e de todos os cabo-verdianos.</p><p>A iniciativa integra-se nas comemorações do Dia Mundial das Cidades e visa promover a reflexão, o diálogo e a partilha de experiências sobre os principais desafios do desenvolvimento urbano em Cabo Verde.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[País]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Selton Monteiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 16:58:51 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​Manuel de Candinho lança projecto “A Música nos ensina a viver amavelmente”]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo uma
nota enviada, trata-se de uma proposta de responsabilidade social que procura
valorizar o papel da música na promoção de valores humanos, da cidadania e de
uma convivência assente no respeito, na solidariedade, na compreensão mútua e
na harmonia que a música apresenta.</p><p>A primeira fase vai acontecer por nove meses e abrangerá 150 crianças
adolescentes e jovens nos bairros de Calabaceira, Vila Nova e Safende.</p><p>Promovida no
âmbito da sua associação oficina de cidadania em que é patrono, a iniciativa
nasce da convicção de que a música, para além da sua dimensão artística e
cultural, pode constituir um importante instrumento de sensibilização, educação
e transformação social.</p><p>Com este
lançamento, Manuel de Candinho pretende alargar o alcance da sua intervenção
enquanto artista e cidadão, colocando a música ao serviço de uma causa que
convida à reflexão sobre a forma como as pessoas se relacionam, convivem e
participam na construção de uma sociedade mais humana, inclusiva e solidária.</p><p>“Ao associar a
música à educação para a vida e à promoção de valores humanos, Manuel de
Candinho procura reforçar a ideia de que a missão de um artista pode
ultrapassar o palco e encontrar expressão concreta no compromisso com a
comunidade”, assegura.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/cultura/2026/10/30/manuel-de-candinho-lanca-projecto-a-musica-nos-ensina-a-viver-amavelmente/105325</link>
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            <category><![CDATA[Cultura]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Dulcina Mendes]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 16:58:14 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[CNE aumenta para mil escudos subsídio de alimentação dos membros das mesas de voto ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Segundo informou hoje a CNE, a decisão  foi aprovada na reunião interna de 16 de Outubro,
que estabelece as remunerações e os subsídios a atribuir aos membros das mesas
de voto no território nacional.</p><p>De acordo com o documento, a CNE decidiu manter a
remuneração de 2.941 escudos por membro, sujeita aos descontos legais
aplicáveis, à qual acresce o subsídio de alimentação de mil escudos.</p><p>Foi igualmente aprovado um subsídio de comunicação de 700
escudos para os presidentes das mesas de voto. </p><p>Deste montante, 500 escudos serão pagos juntamente com a
remuneração, enquanto os restantes 200 escudos serão disponibilizados através
de carregamento de saldo nos respetivos telemóveis.</p><p>Na diáspora, a deliberação estabelece um subsídio de
alimentação de 10 euros por membro das mesas de voto, mantendo-se os critérios
anteriormente aplicados nos respetivos países.</p><p>A CNE fixou ainda em 150 euros a remuneração dos presidentes
das mesas de voto em Portugal e França. </p><p>Nos restantes países, mantêm-se os valores praticados nas
últimas eleições legislativas, bem como as remunerações dos demais membros das
MAV.</p><p>As duas deliberações determinam que os membros suplentes
apenas terão direito à remuneração e aos restantes subsídios quando integrarem
efetivamente as mesas de voto, em substituição de um membro efetivo.</p><p>No território nacional, os pagamentos das remunerações e dos
subsídios serão efetuados diretamente pela CNE, através de transferência
bancária.</p><p>“Com estas decisões, a CNE reconhece a importância da
participação dos cidadãos que integram as mesas de voto, contribuindo para a
organização e o bom funcionamento do processo eleitoral”, lê-se.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/politica/2026/10/30/cne-aumenta-para-mil-escudos-subsidio-de-alimentacao-dos-membros-das-mesas-de-voto/105322</link>
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            <category><![CDATA[Política]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Sheilla Ribeiro]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 16:25:32 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[​PJ detém homem de 31 anos por vários roubos na via pública no Mindelo  ]]></title>
            <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A
detenção, efectuada fora de flagrante delito, foi realizada pela Brigada de
Combate ao Banditismo, do Departamento de Investigação Criminal do Mindelo.</p><p>Segundo
informações divulgadas pela PJ, o suspeito é natural da ilha de Santiago e
reside em Fonte Francês, no Mindelo.</p><p>O
homem foi apresentado ao Tribunal, na tarde de quinta-feira, 29 de Outubro,
para primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de
coacção de prisão preventiva.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/pais/2026/10/30/pj-detem-homem-de-31-anos-por-varios-roubos-na-via-publica-no-mindelo/105321</link>
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            <category><![CDATA[País]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Edisângela Tavares]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 16:21:06 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Mais de uma dezena de transplantes renais previstos para Novembro e Dezembro na Praia e em São Vicente]]></title>
            <description><![CDATA[<p>O governante explica que os transplantes continuarão a ser
realizados com o apoio de uma equipa médica portuguesa, mas que o objetivo é
tornar o país gradualmente autónomo na realização destas intervenções.</p><p>“Devemos realizar agora, em novembro, seis transplantes no
Hospital Agostinho Neto e, em dezembro, mais seis aqui em São Vicente. O
processo vai continuar e ser reforçado para podermos adquirir competências
técnicas e, num prazo razoável, sermos independentes neste processo”, aponta.</p><p>O ministro da Saúde defende uma maior aposta na prevenção para
reduzir o número de doentes renais, melhorar a qualidade de vida dos pacientes
e diminuir os custos para o país. Lúcio Fernandes recorda que o Estado gasta
anualmente mais de 300 mil contos só em consumíveis para tratamentos de
diálise.</p><p>“Se um paciente que é hipertenso, diabético e que tem outras
doenças crónicas estiver bem controlado, dificilmente chegará a uma situação de
insuficiência renal. Só em consumíveis, gastamos mais de 300 mil contos com a
diálise. Por isso, temos de fazer tudo para termos menos casos de insuficiência
renal no futuro. Um dos passos nesse sentido foi a eliminação das taxas dos
serviços hospitalares nos hospitais públicos”, refere.</p><p>Cabo Verde realizou, até setembro deste ano, sete transplantes
renais, com o apoio de uma equipa de especialistas portugueses. O primeiro
aconteceu a 24 de março, no Hospital Agostinho Neto, na Praia. A 15 de junho,
foram realizados três transplantes no Hospital Baptista de Sousa, em São
Vicente, e outros três, a 18 de junho, novamente na Praia.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[País]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Fretson Rocha]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 16:04:09 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Governo prevê reforçar diagnóstico precoce do cancro a partir de 2027]]></title>
            <description><![CDATA[<p>A
medida é anunciada por Lúcio Fernandes, numa altura em que o país regista um
aumento anual de casos de cancro, muitos dos quais diagnosticados em fases
avançadas da doença. Declarações feitas hoje à margem da inauguração do Polo Oncológico
do Hospital Baptista de Sousa, em São Vicente, que já acompanha três doentes com
cancro da mama.</p><p>“Temos
de aumentar o rastreio. E, para o cancro da mama, sabemos que o mamógrafo é
fundamental. Se não conseguirmos fazer o rastreio para diagnosticar a doença
numa fase precoce e permitir um melhor tratamento, estamos a falhar. O país
conta, atualmente, com apenas um mamógrafo funcional, no Hospital Agostinho
Neto, pelo que não conseguimos fazer o rastreio a nível nacional. Vamos
instalar um mamógrafo no Hospital Baptista de Sousa, em 2027. Vamos ter pelo
menos cinco mamógrafos em todo o país”, diz.</p><p>O
país conta atualmente com apenas dois aparelhos de TAC, instalados nos
hospitais Agostinho Neto, na Praia, e Baptista de Sousa, em São Vicente. O
ministro da Saúde diz que o Governo pretende aumentar esse número para oito já
no próximo ano, além de reforçar a capacidade de diagnóstico do cancro do
estômago.</p><p>“Também
queremos aumentar a nossa capacidade de diagnóstico do cancro do estômago, que
está a aumentar. Para isso, temos de aumentar o número de endoscopias e
colonoscopias, procedimentos realizados atualmente apenas na Praia e em São
Vicente. Sabemos da lista de espera que existe. A ideia é, no próximo ano,
conseguirmos aparelhos portáteis de endoscopia e colonoscopia. Temos dois
gastroenterologistas da cooperação médica cubana que devem chegar nos próximos
tempos para se deslocarem às ilhas e realizarem este tipo de diagnóstico”, diz.</p><p>Sobre
o Polo Oncológico inaugurado hoje no Hospital Baptista de Sousa, o ministro da
Saúde afirma que o objetivo é aproximar os tratamentos dos doentes,
permitindo-lhes receber cuidados de saúde mais perto de casa e do apoio das
famílias.</p><p>“Todos
os anos estamos a ter cada vez mais diagnósticos de doenças oncológicas. O
nosso objetivo é, além de trazer o tratamento para São Vicente, reduzir a
necessidade de evacuações. Sabemos que a evacuação custa dinheiro, mas,
sobretudo, tem um impacto emocional enorme, porque o doente tem de sair da sua
localidade e da sua ilha para receber tratamento noutro local. Hoje, os doentes
já não têm de fazer essa deslocação e, de forma paulatina, todos os doentes da
região Norte que estão em tratamento na Praia vão regressar a São Vicente para
dar continuidade ao tratamento”, refere.</p><p>O
ministro da Saúde, Lúcio Fernandes, aponta a criação de um serviço de
radioterapia ainda nesta legislatura, para reforçar o tratamento do cancro no
país. Para
reforçar o pessoal médico, o governante anuncia a chegada de mais 28 médicos
especialistas cubanos, incluindo na área de nefrologia, para colmatar a falta
de profissionais no Hospital Baptista de Sousa, e a formação de 50 médicos
cabo-verdianos no Brasil.</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Política]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Fretson Rocha]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 15:46:59 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Três suspeitos detidos por explosão em Atenas que matou seis pessoas ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>As autoridades gregas detiveram três pessoas acusadas de provocar uma explosão no bairro de Plaka, em Atenas, no final de setembro, que causou seis mortes.</p><p>Segundo o jornal grego Ekathimerini, o grupo terá manipulado uma conduta de gás enquanto tentava furtar tubagens de cobre.</p><p>As ações do grupo provocaram a morte de dois casais de idosos e dois casais de turistas que estavam hospedados num apartamento de aluguer temporário, situado no primeiro andar. A explosão provocou ainda o desabamento do edifício, que tinha dois andares.</p><p>As investigações indicam que os arguidos pretendiam retirar as condutas de cobre da instalação de gás do imóvel, danificando, no processo, uma conduta que ainda se encontrava em funcionamento.</p><p>Esta ação terá provocado uma fuga e a consequente acumulação de gás no interior do edifício. Imagens de câmaras de segurança mostram os três homens a aceder às escadas no rés-do-chão do edifício, várias horas antes do incidente.</p><p>Os três suspeitos — dois cidadãos gregos e um albanês —. que já eram conhecidos das autoridades, estão também a ser investigados pelo seu eventual envolvimento noutras atividades ilícitas cometidas na região no mesmo dia.</p><p>A investigação centra-se agora em determinar a causa exata da explosão, avançando as autoridades a hipótese de esta ter sido desencadeada por uma faísca depois de uma habitante do prédio ter acionado um interruptor de luz.</p><p>A divisão de incêndios criminosos do Corpo de Bombeiros lidera as investigações, que incluem a análise de imagens de videovigilância, registos de comunicações, vestígios recolhidos nos escombros e relatórios elaborados por especialistas.</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/10/30/tres-suspeitos-detidos-por-explosao-em-atenas-que-matou-seis-pessoas/105318</link>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 15:14:34 GMT</pubDate>
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        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Violência armada em Moçambique provocou 1,3 milhões de deslocados ]]></title>
            <description><![CDATA[<p>Cerca de 1,3 milhões de pessoas foram deslocadas internamente em Moçambique desde 2017 devido à insurgência armada no norte, que provocou ainda mais de 26 mil novos deslocados no primeiro semestre deste ano, divulgou hoje o ACNUR.</p><p>No relatório operacional sobre Moçambique relativo ao período de janeiro a junho de 2026, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugias (ACNUR) refere que o conflito em Cabo Delgado já forçou a deslocação interna de cerca de 1,3 milhões de pessoas - desde outubro de 2017 -, dos quais 661.532 deslocados permanecem nessa situação e 721.691 retornaram aos distritos de origem.</p><p>"Desde 2017, cerca de 1,3 milhões de pessoas foram deslocadas internamente devido ao conflito em curso no norte de Moçambique, onde grupos armados não estatais realizam repetidos ataques contra civis e infraestruturas civis", assinala o documento.</p><p>Segundo o ACNUR, a situação humanitária manteve-se "complexa" na primeira metade do ano, devido à persistência dos ataques em vários distritos de Cabo Delgado, província rica em gás, incluindo Ancuabe, Chiúre, Macomia, Mocímboa da Praia, Palma, Quissanga, Muidumbe e Nangade.</p><p>A agência refere que novos ataques de grupos armados provocaram 26.184 novos deslocados entre janeiro e junho, "muitos deles deslocados múltiplas vezes", apesar de alguns regressos entretanto registados.</p><p>"O contexto de segurança permanece frágil, com a atividade contínua dos grupos armados a causar deslocações repetidas e a manter o risco de novos movimentos populacionais", alerta.</p><p>Além dos ataques diretos contra civis, o relatório destaca que os grupos armados passaram a visar cada vez mais meios de subsistência, terras agrícolas, atividades de pesca e locais mineiros, agravando a vulnerabilidade das populações afetadas.</p><p>Moçambique acolhe igualmente cerca de 24.217 refugiados e requerentes de asilo, sobretudo oriundos da África Central e Oriental, muitos dos quais vivem deslocados há mais de uma década.</p><p>No primeiro semestre, o ACNUR apoiou 8.637 pessoas na obtenção de documentos de identificação, incluindo certidões de nascimento, bilhetes de identidade e cartões para refugiados e requerentes de asilo.</p><p>A agência prestou ainda assistência jurídica a 15.804 pessoas, apoiou 107.768 beneficiários em ações de prevenção e resposta à violência baseada no género e alcançou 240.457 pessoas através de campanhas de sensibilização e proteção comunitária em Cabo Delgado e Nampula.</p><p>No mesmo período, 4.084 pessoas com necessidades específicas receberam apoio através de gestão individualizada de casos, apoio psicossocial e encaminhamento para serviços especializados.</p><p>Em matéria de ajuda humanitária direta, o ACNUR indica ter apoiado 39.699 pessoas, incluindo deslocados internos, refugiados e outras famílias vulneráveis, através da distribuição de bens essenciais e assistência monetária.</p><p>Entre as iniciativas em curso, o ACNUR destaca um projeto de 34 meses lançado em março com os governos de Moçambique e do Japão para reforçar os sistemas de documentação civil e assistência jurídica em Cabo Delgado.</p><p>A iniciativa prevê a construção ou reabilitação de 27 postos de atendimento, com o objetivo de apoiar mais de 100 mil pessoas no acesso a documentação civil e prestar assistência jurídica a 45 mil beneficiários.</p><p>O ACNUR apoiou ainda 150 refugiados, deslocados e membros das comunidades de acolhimento em programas de formação técnico-profissional nas áreas de eletricidade, refrigeração, cozinha e energia fotovoltaica.</p><p>A agência lançou para 2026 um apelo financeiro de 61,3 milhões de dólares (56,8 milhões de euros) para as operações em Moçambique e Angola, mas até junho apenas 38% desse montante tinha sido financiado, mantendo-se um défice de 38,2 milhões de dólares (35,4 milhões de euros).</p>]]></description>
            <link>https://expressodasilhas.cv/mundo/2026/10/30/violencia-armada-em-mocambique-provocou-13-milhoes-de-deslocados/105316</link>
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            <category><![CDATA[Mundo]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 15:14:22 GMT</pubDate>
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            <title><![CDATA[​Sugestões para fim-de-semana]]></title>
            <description><![CDATA[<p><strong style="background-color: initial;">Sexta-feira</strong></p><p>- Lançamento da Revista Magazine em Homenagem ao José Luís
Hopffer Almada, na sede da SOCA, na Praia, às 18h00. </p><p>- Concerto “Violão Caboverdiano” com Manuel de Candinho, no Centro Cultural
Português na Praia, às 19h00. </p><p>- Noite de Rabecada com as músicas de Cabo
Verde, no Djeu View Residencial, na Praia, às 20h30. </p><p>- Noite de Batuque com as Batucadeiras Mondon, no restaurante Nice
Kriola, na Praia, às 20h30.</p><p>- Música ao
vivo com Triu di Fogu, no restaurante Seven Beach Club, na Praia, a partir das
20h30. </p><p>- Música ao vivo com Nataniel Simas, Zeca
Couto, Adao Brito e Jorge Pimpa, no restaurante Quintal da Música, na Praia, às 21h00.</p><p><strong><br></strong></p><p><strong>Sábado</strong></p><p>- Noite de Tocatina com Manuel e Carlinhos,
no espaço Rubera, em São Domingos, às 20h00.</p><p>- Música ao vivo com Jaiza Anes, no restaurante Nice Kriola, na
Praia, às 20h30. </p><p>- Música ao
vivo com Tote Xinoca e Banda, no restaurante Seven Beach Club, na Praia, a
partir das 20h30. </p><p>- Música ao vivo com Amílcar Semedo,
Khaly, Ejay Santos e Tidey Carvalho, no restaurante Quintal da Música, na
Praia, às 21h00.</p><p><strong><br></strong></p><p><strong>Domingo</strong></p><p>- IV Festival di Midju – Rui Vaz 2026, no município de São Domingos, às 11h00. </p><p>- Tarde de
Tocatina com Zé Viola, no espaço Rubera, em São Domingos, às 16h00.&nbsp;</p>]]></description>
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            <category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Expresso das Ilhas]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 11:36:27 GMT</pubDate>
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